domingo, 16 de janeiro de 2011

SANDRA.

Um pedaço de mim já não mais me aquece com sua presença, respira em outro recanto que a partir de agora será encantado com sua magia de princesa brava. Meu indeciso coração se baseia em certezas que só adquiri com você do meu lado, como dizê-lo que certezas sobrevivem às ausências? Sobrevivo de amores e um deles agora está longe do meu abraço. Tanta dor me ajudou a superar e agora não me oferece meios de te demonstrar que me tornei forte. O amor é um processo ignorante que se educa da contraditória ilusão. A grandiosa coragem da "pequena" entre “as três” prova que convicções são maiores que estereótipos. Não me cativas por ser parte de mim, mais por se fazer necessária, (poucos se irritam com minhas gargalhadas como você). Que adeus que nada, apenas até logo, por que não me atrevo sofrer se estás em busca de ser feliz. Apenas saudades.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

VOCÊ!

                                                                        
Na penúria das minhas palavras encontrei na seriedade de uma face meiga alegria para decifrar a magia que a encantadora felicidade se esconde! 
 És como a noite chuvosa, aquieta as frágeis relações, porém, incendeia paixões fervorosas, caracterizando o que poderia ser "frio" e sonolento em uma desejável, "quente" e inesquecível tempestade de chuva...                                                                                 


(Fátima  Oliveira abril, 2010)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Palavras simples.




Por toda longa caminhada e percursos insano que fiz até então, foi quase nada o que já vivi: chorei, chorei de novo, sorri em gargalhadas tantas vezes irritantes; briguei, sonhei, causei, dancei... Amei, escondi, disfarcei, declarei e por isso também “dancei.” Já nem sei se vale à pena continuar com tantos pretéritos perfeitos, já senti vontade de no final dizer: “dormi, não vi...” Assim, provavelmente eu não teria que dizer o porquê sempre se dança no fim. O pior é ter que admitir-se idiota e duramente seca de sonhos, eu professo essa droga de doce ilusão, mas posso garantir, isso tudo é porque morro em overdoses com esse vicio irremediável que costuma fazer parte dos dias de seres desprovidos da sabedoria e insensível sanidade. Bom, e como se trata de um vício, agora eu não consigo controlar a vontade de usar um substantivo “concretamente abstrato” que tanto causa minha fantástica viagem utópica, em mais uma das tantas declarações de amores já escritas e expostas... O amor ainda me deixa bobamente fora da sanidade pode ser que quando não for mais assim eu  consiga falar de palavras simples.

Fátima oliveira                                                                     Dezembro de 2010

"No final permaneceu o amor" FELIZ 2011.

                          

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Difícil é não falar de amor.


 Possuo um sentido além dos cinco que me são “obedientes” que não me deixa conhecê-lo, nem tampouco controlá-lo, não suporto como ainda digo que sou dona se esse tem mania de pertencer mais a outros que a mim mesmo, eu nem preciso conhecer o motivo ou a causa de seus manifestos imponentes para que esse próprio se conceda o direito de se entregar aos fatos mais sonhadores, que mesmo com todas as situações de advindas afirmações coerentes insiste em se permanecer firme na incoerência humana e significado santo que é o amor, esse é o sentido da duvida e do prazer, e por conseqüência das doces, e na maioria das vezes, dolorosas ilusões. Na concepção poética de shakspierre “nada é proibido em nome do amor”, porém ai há a ausência do que se refere às conseqüências ilusórias de tal sentimento.  Existiria uma razão pra se deixar de falar de amor?

Fátima oliveira                                                        dezembro 2010.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A Doce ilusão de poder!



Ah se pudesses não querê-lo! Talvez assim o quisesse como tanto preferi a outros... Contrários! Por não dar conta do hoje o amanhã seria a única esperança, mas por que o amanhã não chega e insiste em mandar o hoje em seu lugar? Seria  eu covarde, por esperar o mais covarde do tempo, aquele que nunca mostra a cara? Está sempre representado pelo "infeliz" do hoje, que muitas vezes nem percebido é mais assim! Quem disse que presentes se eternizam, por terem sidos percebidos?


(Fátima A. Oliveira - Maio de 2010)