sábado, 24 de setembro de 2011

Gente, como dois mais dois são quatro!

 Visando o passado, tentado ser eu, me vi em partes remotas de alguém em recuperação. 
Recordações de dores finitas, caricatos que deixaram dores provenientes de sonhos eternos. 
Uma vida inválida para quem enxerga além das manhas encantadoras que “as verdades” proporcionam. 
Anormal, perambulo idéias e segredos que me fizeram insana à visão cientifica do mundo, ando a esmo em  fatos demasiados, sem buscar verdades, (já tenho a minha)...
Realizando os dias como quem escreve poesia, canta no chuveiro, embala uma criança ao sono. 
Escutando o silêncio é que  amo sem palavras. 
fátima oliveira