sábado, 11 de dezembro de 2010

"enquanto não há inspirações"


Sobre mim, sobre as dúvidas, sobre o medo e ainda a respeito de vida. Uma verdade inconfessável e a omissão covarde por trás de uma face única que inspira a parecer mil. Em cada descoberta sobre o mundo é necessário de uma certeza passada para dar conta da novidade, eu não conseguiria as mil descobertas se não fosse uma certeza única e essencial para que radicalizassem todas as duvidas e medos proferidas. Certeza, só tenho uma a de que nunca saberei o que isso significa, procuro, busco, imagino, sonho, idealizo, mas só me há ainda uma saída objetiva, Jesus cristo. É nele que encontro sentido para amar e antes de qual quer coisa, para sofrer consciente de que não sou digna de respostas que não me são cabível, afinal saber lidar com o útil é para todos, já saber amar a inutilidade é para aqueles que sonham e acreditam na mais linda filosofia, o que contrapõe os demais que se inspiram é pelo que lhes “favorece” não pelos que “não vale à pena.”  


fatima oliveira                                                           dezembro de 2010

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

DE MANEIRA LINDA SE DIZ ATÉ ADEUS!

     

As Músicas Já Não Me Trazem Mais Você

 


Está tudo dito

Você se foi

e desta vez parece ser para sempre...

Não culpe por não notar o sorriso do menino

A beleza da mulher

Os dias são sós,
e de tanto andar por entre a gente,
já não há mais companhia

Me diga, quanto custa?

Ser igual ao resto do mundo..



quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Já é natural as vezes que me vejos nesses contrastes e indagações incoerentes, fico meio sem saber o que preferir e  como uma beija flor que se repete em movimentos me faço sem realizar algo novo, assombrada com a possibilidade de perca foram muitas as vezes que já me sufoquei aponto de não ter outra saida se não me esconder.





descubro que sou apaixonada por mim todas as vezes que me possibilito ser frágil, é assim que percebo o quanto "são complicadas as pessoas grandes" (saint- exupéry) e que não necessariamente preciso entender, para não ter que explicar nada, tudo fica mais simples quando tratadas com simplecidade.

fátima oliveira, dezembro de 2010.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Por amor as misérias de quem amo!

                 
                            

(...)


 Na palavra de exaltação se esconde um inimigo chamado ego, ser gente é mais que ser reconhecido como “célebre humano” é cativante viver a beleza de uma relação, seja afetiva ou efetiva, sem a desventura dos elogios, mesmo quando sabemos que são sinceros, e, é principalmente por isso que deveríamos julgá-los desnecessários, afinal o que importa ouvir o que já se sabe? Assim como elogiar também é uma forma de não amar, este deve ser desvendado no ato que nos capacita o perdão é por trás de uma falha que se mostra o quão são grandes os motivos para os elogios e não o contrário como todos fazem. (Assassino o que sinto toda às vezes que mostro de forma desnecessária a exaltação que há em suas qualidades,) como me pesará quando eu tiver que provar? E se não for o suficiente pra o perdão essas virtudes? sou um ser capaz de perdoar, mas como me pesará provar que sou! Prefiro não ameaçar, assim eu também terei o prazer de me surpreender com minha capacidade de amar também as misérias de quem amo.

Fátima oliveira-novembro de 2010.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

                             



Estou a ponto de um paradoxo simplificado e complexo. Se entre todos os que se designaram estar, nada os fez conquistarem a permanência, talvez sejas o próprio meio fio da estabilidade instantânea e o ligamento de realidades opostas, que mesmo não sendo a mesma pedra, na unidade compõe a mesma estrada, fazendo compartilhamento entre o singelo e o rude, assim se eterniza a relação secreta e paradoxal que na consciência não passa de uma real coincidência do acaso, como aqueles que nunca se viram de verdade e que dizem se conhecerem a muito tempo.

fatima oliveira                                                 novembro 2010

As variáveis da filosofia!



                                      



A= amor

V=vida

F=fé

Sou dona de um produto A, que tenho insistido em somar e multiplicar com o produto V, a cada tentativa, vejo dividida a duvida de suas existências, no entanto,ao reduzir essas certezas de que A e V se pertencem, vejo reduzir também um terceiro produto, F. tenho notado que todas às vezes, na soma de F+A o produto V se multiplica, na mesma intensidade que diminui conforme não o divido com A e F. cheguei a uma conclusão que os demais produtos excluem um dos fatores operacionais, já que as porcentagens de um nunca serão proporcionais aos outros se não houver suas divisões.


fatima oliveira novembro 2010