domingo, 24 de outubro de 2010

Quimera!


Quimera!

Cadê minhas inspirações,
Minhas mágicas ilusões?
Como explicarei que não consigo mais expressá-las?
Quem me ajuda senti-las de novo?
O que farei pra terminar esse poema,
Esse dia?
Oh incertezas, porque não me ocorrem agora?
Preciso de uma duvidosa certeza que me permita sonhar,
Sofrer, querer, amar sem saber por que, pra que, enfim...
Só o sono me resta agora,
Quem sabe em um sonho eu consiga encontrar você, vou tentar.
Não consigo dormir, ouço aquela música tocar, ainda tento rezar, meditar...
Pesadelo? Tenho um, consegui dormir e não sonhei.
Já é dia!
Preciso acordar, trabalhar, estudar, saber amar.
Vou esperar...
Talvez quando o dia acabar haja tempo pra “delírios”!!!

“O pesadelo é não sonhar...”


fatima oliveira   agosto de 2010.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Das Vantagens de Ser Bobo - Clarice Lispector




Este é o vídeo que uso para fazer homenagens aos meus maravilhos amigos "bobos", não sei se devo citar o nome deles, mas posso garantir são as pessoas mais encantadoras que conheço...
JM,LM, MS, CR, RO, JL, CT, WJ, IR3...

OBRIGADA POR VOCÊS EXISTIREM.

O que é o amor ?

 

Se amanhã eu ficar, seja muda ou incapaz de demonstrar o quanto o amor me encanta, ainda restará o coração para sentir esse amor, mas se for pior, quando todos os meus sentidos se calarem, que eu possa ter a certeza de que fiz pelo menos um ser sentir pela vida esse mesmo amor! Não tenho a pretensão de ser a dona dos teus sentimentos, porém não impeça que eu o proporcione mesmo que não seja pra mim o retorno.
fátima oliveira janeiro-2009

"VAI VER É POR ISSO..."




 Queria escrever alguma coisa que me fizesse entender que não preciso entender, para não ter que explicar nada.
Hoje me sentir inútil diante de mim, queria mais uma vez que durasse o que já era fim, mais uma vez verdades que já não passavam de ilusões, e como uma beija-flor me repetia em movimentos para que conseguisse resgatar alguma verdade que não mais existia.
Começo e me retratar sobre a vida,
Sobre a morte e sobre tudo que lembra AMOR,
Não acredito mais que eu possa servi-lo como antes, já não sei se alguma vez brigamos ou se já no mínimo nos olhamos nos olhos, sei que se chama AMOR,
Creio que o meu nome ele não saiba, passa por mim e não me ver, senta ao meu lado e vira a cara, dormi comigo, mas nem sequer cede espaço pra que eu o toque, se esparrama como se eu não estivesse ali, conversa com outras pessoas, no entanto, não lembro se me dirigiu a palavra...
Digo que amo, mais o amor eu não conheço, e você?
“Vai ver é por isso...”

Setembro 2010.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

NÃO QUERO TRANSFORMAR EM DEMAGOGIA SITUAÇÕES NENHUMA, SÓ QUERO DEMONSTRAR QUE A FILOSOFIA DA VIDA DEVE SER PERCEBIDA ...


RAZÃO!

As vezes sinto, a penas sinto, como quem compreendesse várias inusitadas situações, como quem entendesse para que acontecem e porque ambas acontecem...
São os mais de 60 dias de sufoco dos mineiros no Chile, são as ideologias políticas na TV, são outras tantas circunstâncias do meu dia a dia. (Pode parecer bobagem e invasivo, mas eu percebi que alguém que conheço só usa camisa quando “bebe”), sei lá, mas eu consigo ver sentido em tudo, e para poetizar isso, ainda falo relembrando com saudade, momentos em que consegui amar simplesmente por amar como quem não merecesse mais nada senão o privilégio de sentir. Sobretudo, ainda ouço músicas em línguas desconhecidas para não me dizerem além do que quero e preciso acreditar, eu poderia querer saber, afinal me indicaram as tais músicas, porém escolho por sentir, apenas sentir. São saudades do que sonho ter, e medo de perder esse sonho. Palavras soltas não expressam nada mais do que pensamentos confusos, já sentimentos se interligam como mais nada, basta crê que só entendemos quão grande são os sentimentos quando percebermos que se contam os dias é pela esperança que se perde, mais que esses dias correm conforme se ganha esperanças. Basta que voltemos aos exemplos inicias para que busquemos explicações, sentidos, afinal pessoas importantes não andam sem camisa, e o que faz a busca por ebriedade, senão a urgente caça por um valor que já consideramos perdidos?  E quem se consideraria tão forte aponto de se imaginar suportando dias em uma mina tão profunda? Mais tudo isso só faz sentido quando acreditamos que toda a significação está em confiarmos que a penas os sentimentos tem definições verdadeiramente denotativas para a resistência e para sobrevivência humana.


Fátima oliveira-2010.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

SER PROFESSOR!




ser professor não é só fazer das pedras degraus pra subir. É sobretudo pegar bolas de papeis  e escrever poesias, palavrões e gírias para reestabelecer contatos, é aprender a amar mesmo sendo, na maioria das vezes odiados. ser professor é uma arte, é conquista, é a poesia curta e grossa das realidades e construções futuras, temos nas mãos diamantes a serem lapidados ou destruidos, uma "matéria bruta" onde não se pode brincar, nem muito menos reinventar, pois o ser humano é unicamente invenção de um criador supremo, porém os professores precisam ser pretenciosos e acreditarem em melhorias, reestabelecimentos de conceitos, e é assim que construimos sonhos mundiais, na larga luta por motivações e sonhos. UM DIA NÃO!   aos professores coragem!
fátima oliveira

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Por quanto tempo?





Quanto tempo dura o “pra sempre” para quem ama se não o tempo em que dura o amor?
Já dizia Vinicius de Morais “que seja infinito enquanto dure...”
Acho que vejo os mesmo fantasmas já há alguns anos!
Posso explicar, mas antes me respondam: quem já conseguiu retornar ao mesmo sonho, e melhor, quem conseguiu sonhar do mesmo ponto em que havia parado?
Eu!
É sempre assim, nunca sei se conseguirei e todas as vezes que tentei não consegui, porém, inesperadamente o sonho se repete,
Surge como um pesadelo que me faz sentir o pior de todos os medos, tento fugir me repetindo que preciso acordar, mais nada...
E quanto ao pesadelo...  
sonho com uma voz macia, com uns olhos libidinosos, com a contrariedade que me faz retorcesse...
Ouço vozes que me perturbam, dizendo:
Acorda, isso é só um sonho, e os fantasmas reunidos roubam-me de mim como se eu não mais me pertencesse...
Eu sei, deves está pensando!
 Se é de alguém que estás falando, então, eu também consigo retornar ao mesmo “sonho.”
Sei que sim, mas se tem alguém que conhece o fim, escreva um poema que me faça entender para onde estão indo minhas noites, quanto tempo durará o amor que dói?   
Setembro 2010