sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Peneirando Inspirações!


A verdade que chega incomodando tanto quando acomoda o coração dos frágeis,
chega a disfarces de encabules como quem não pretende roubar a cena
E assim a rouba fazendo jus o que impede todas as tentativas de fuga,
o laço que prende sem sufoco, uma prisão assim não deixa de ser,
uma jaula com espaços que ignoram as grades,
um prisioneiro sem necessidades e, um seqüestrador que não mata, senão de encantos,
há, porém um medo indecifrável, próprio dos incapazes às conquistas;
cena roubada, coração entregue, porém disfarces...

Fátima oliveira                                                                     fevereiro 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

"Enquanto não há inspirações"


Precisando de idéias que não me sejam visivelmente insuportáveis com relação a viver de “sonhos reais”, objetivamente práticos, porém certezas que me proponham algo menos previsível. Sou amante de uma liberdade que não se liberta de mim, o que me resta  é concretizá-las em paixões que serão vistas como prisão diante do que espelha minha face, é que me escondo em magias e certezas. Descobri que o mundo é feito de “pessoas que declaram e pessoas que escondem.” Eu professo, não por ser gênio, mas por ser insanamente incapaz de esconder, sobrevivo de exagerados sentidos, já que me faltam razões...

fatima oliveira                                                        fevereiro 2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Marcelo Silva, "o pescador de ilusões" !!!!!!!


 ( Á Carmen Silvia; Fátima Oliveira; Simone Cardoso e Luzirane Souza. )

 Quantas mulheres se escondem em uma só?
Quantos gritos resumidos, em um único
                                                        [gemido?
Mulheres que não vi
Escondidas sob uma única pele
Detrás de dois olhos apenas.
Quantas personalidades, jeitos, andares,
Olhares... Num único corpo.

Quantas faces!

Amar sob pressão do ódio
Odiar por tanto amar tanto
No entanto
Nunca amar.

Dentro de uma bela reside uma fera
Uma cinderela, branca de neve
Pequena sereia...
Ainda que astutas, também adormecidas

Quantas personagens sem nome!
Quantas vozes caladas!
Quantos caminhos não percorridos,

Roteiros incertos!

Quantas faces!

Quantas utopias  esquecidas,
Amores roubados.
Quantas mulheres morrem
Dentro de uma única, sem terem sido, sequer
                                                               [notadas?
                                                                                                                                            

                                                                                                                                    marcelo silva.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Efêmero


Passou depressa demais
Deixou certezas demoradas
Foi levando meu suor de lágrimas
E meu riso perfeito, mas escasso
Já não me cabe a dor
Nem me ilude o amor!
Sumiu como quem só veio pra “aparecer”
E provocar agradáveis desesperos,
Ainda assim o sol não mais nublado está
Nem isso é capaz de deixar,
Porém, o mar ainda corre e com ele a esperança que mesmo assim não morre, mas que também não fica!
Dizer-te amor, não é possível, porém necessário.
Não seria eu, sem as certezas que trouxestes,
Mas a ela sobrevivi à dor, meu amor!
   
 Fátima –janeiro de 2011.

domingo, 16 de janeiro de 2011

SANDRA.

Um pedaço de mim já não mais me aquece com sua presença, respira em outro recanto que a partir de agora será encantado com sua magia de princesa brava. Meu indeciso coração se baseia em certezas que só adquiri com você do meu lado, como dizê-lo que certezas sobrevivem às ausências? Sobrevivo de amores e um deles agora está longe do meu abraço. Tanta dor me ajudou a superar e agora não me oferece meios de te demonstrar que me tornei forte. O amor é um processo ignorante que se educa da contraditória ilusão. A grandiosa coragem da "pequena" entre “as três” prova que convicções são maiores que estereótipos. Não me cativas por ser parte de mim, mais por se fazer necessária, (poucos se irritam com minhas gargalhadas como você). Que adeus que nada, apenas até logo, por que não me atrevo sofrer se estás em busca de ser feliz. Apenas saudades.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

VOCÊ!

                                                                        
Na penúria das minhas palavras encontrei na seriedade de uma face meiga alegria para decifrar a magia que a encantadora felicidade se esconde! 
 És como a noite chuvosa, aquieta as frágeis relações, porém, incendeia paixões fervorosas, caracterizando o que poderia ser "frio" e sonolento em uma desejável, "quente" e inesquecível tempestade de chuva...                                                                                 


(Fátima  Oliveira abril, 2010)